Portugal em risco de apag

Portugal em risco de apagão a partir de 1 de Janeiro

03 de dezembro de 2017 às 20:00

O presidente da Endesa Portugal avisa que o país vai ficar sem rede de segurança na electricidade em 2018, com o fim dos contratos que garantem o estado de alerta das centrais eléctricas. Nuno Ribeiro da Silva adverte, por outro

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PARA MIM A ENDESA ESTÁ RISCADA DO MAPA, COM BOCAS DESTAS NÃO ATURO ESTES TIPOS. FAZEM CHANTAGEM POR TUDO E POR NADA E OS PAPALVOS SEMPRE A PAGAR AS RENDAS DESTA CORJA.

Por mim estou-me nas tintas, já os mamões/arguidos da EDP e REN ficavam sem dinheirinho o que me parece excelente.

Aconselho que abram este link: https://lojaluz.com/impostos-eletricidade.

Consumo médio de uma família portuguesa com 5 membros 1.398,94 Euros - Preço da energia 394,87 Euros, impostos diversos e taxa do audio-visual 1.004,07 Euros .

Sem mais comentários.

Queres e Subecidios para viverem acima das vossas possibilidades. . .Mas ninguem mete uns zagalotes nas cornaduras destes ladroes?E so Chulos e estes Desgovernados que sao da mesma gang entram no roubo, Paizeco malhoso.cheio de ladroes diplomados nas ecolas do crime organizado.

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Portugal em risco de apagão a partir de 1 de Janeiro

O presidente da Endesa Portugal avisa que o país vai ficar sem rede de segurança na electricidade em 2018, com o fim dos contratos que garantem o estado de alerta das centrais eléctricas. Nuno Ribeiro da Silva adverte, por outro lado, que a EDP vai ganhar mais clientes com a possibilidade de regresso às tarifas reguladas.

O Governo mudou o regime das garantias de potência e entretanto a Comissão Europeia veio cancelar o segundo leilão para 2018. Como é que a Endesa olha para este processo?

Com preocupação. Não estão previstos leilões de garantia de potência para 2018 e estão pendurados na luz verde que o Governo aguarda de Bruxelas.

Existe o risco de Portugal ficar às escuras?

Naturalmente. Nós formalmente deixamos de estar obrigados a estatuto de prontidão. Sem um contrato de garantia de potência, ninguém poderá vir reclamar que as centrais não respondem numa situação de crise. E o que se paga em Portugal por este serviço de segurança ao sistema eléctrico é um quarto do pago em Espanha.

A partir de 1 de Janeiro vai ser permitido regressar às tarifas reguladas de electricidade. Como é que esta medida afecta a Endesa Portugal?

O mercado liberalizado não vai ter de baixar o preço?

De alguma maneira isso vai acontecendo. Quando se publicam portarias em Outubro antes de a ERSE divulgar a tarifa do ano seguinte, essas portarias encontram formas de baixar o custo do sistema para que a ERSE faça contas com base em custos inferiores aos que são efectivamente os custos do sistema eléctrico. Está a pôr-se uma pressão e a escamotear a verdadeira realidade do défice tarifário.

Mas essa situação não vai obrigar a quem está no mercado liberalizado a baixar o preço?

As tarifas que estão no mercado liberalizado em geral são mais baixas do que no mercado regulado.

Mas pode inverter-se essa situação [os preços serem mais elevados no liberalizado]?

Se acontecer, deixamos de ter comercializadores em mercado livre. E isto leva a uma convergência ainda maior da chamada EDP Serviço Universal como maior agente no mercado em termos de comercialização de electricidade.

Esse é um aspecto caricato. Estas medidas são animadas por um objectivo muito imediato e ideológico, mas depois não são avaliadas as ondas de choque. Há um comercializador de último recurso de electricidade, que é a EDP Serviço Universal. As pessoas para voltarem ao mercado regulado tenderão a ir para a EDP Serviço Universal.

"Nós deixamos de estar formalmente obrigados a estatuto de prontidão."

"As pessoas para voltarem ao mercado regulado tenderão a ir para a EDP Serviço Universal."

nuno ribeiro da silva

presidente da endesa Portugal

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